“Acelerámos o passo porque queríamos garantir o nosso lugar na Igreja, Palco Carlos Paredes, para ouvir Valente Maio. No violino Manuel Maio, na viola de arco José Valente. Juntaram os apelidos e surgiu o duo Valente Maio. Para além dos nomes também juntaram os seus dois instrumentos que se complementam na perfeição fazendo-nos viajar entre múltiplos estilos desde o clássico ao jazz. São instrumentistas altamente talentosos e criativos. A interpretação que fizeram de uma música do José Mário Branco foi de uma qualidade e beleza perturbante.”

Ana Moreira, Música em DX.

Da autoria do excelente violetista e compositor José Valente, “Embalo para Bernardo” é um momento belíssimo e que se revela decisivo para o cômputo da jornada: percussão de filigrana, piano esparso, viola pungente. Uma canção de embalar densa que parece funcionar como uma suíte, desdobrando-se em diferentes secções.

António Branco, jazz.pt, sobre "Embalo para Bernardo" no disco "The Wake of an Artist" de Alberto Conde.

 

“Embalo para Bernardo” comienza con la batería de Alexandre Frazao, envolvente y misteriosa. El piano ataca con leves notas, acompañado por la viola de José Valente, autor de la pieza, que semeja a un nocturno en homenaje a Bernardo Sassetti como una bella composición. Un tema lleno de diferentes ambientes muy sugerentes, vanguardistas, donde la viola se explaya. La parte final el piano vuelve a tomar la dirección, con la viola y el resto del grupo.

Carlos Lara, Tomajazz.com

 

Serpente Infinita, from violist (electric and eclectic) José Valente: amazing vanguard work that remembers Ana Hatherly, the great Portuguese modernist poet, calligrapher and visual artist.

Nuno Rogeiro, revista Sábado

José Valente either resolutely enters into the realm of contemporary music, in its more classical or sophisticated substance (yes, there are occasions that we think of Paganinni and Shostakovich, depending the performance or composition’s accent), either interiorizes characteristics from other musical styles.

Rui Eduardo Paes, jazz.pt 

 

Valente's approach sometimes delicate, other times dramatically rough, reconciles the accuracy of classical music, the challenge of improvisation and the paramount energy of rock with the spoken word of Marta Bernardes, being the key to an intimate exploration between words and music.

António Branco, Diário do Alentejo.

This is what makes this record something of essential listening although it was released late 2018. 

Duarte Fortuna, Threshold Magazine.

Em suma, está aqui uma obra notável (mais uma num rol de discos de grande qualidade editados este ano por portugueses) de um músico que se tem distinguido entre nós e que merece o mais amplo reconhecimento.

Rui Eduardo Paes, crítico, sobre “Os Pássaros estão estragados” na Jazz.pt

 

O seu disco está muito bem concebido e sobretudo muito bem tocado por si. Espectacular muitas vezes. Sinceros Parabéns. Envio-lhe um grande abraço e desejo que tudo lhe corra como deseja. Merece isso. Mas nem sempre as coisas nos correm bem como também sabe.

António Pinho Vargas, compositor e pianista.

 

Congratulations on your accomplishment! It is truly a major work - bold, moving, and beautiful, with an impact that grows and deepens throughout the course of its individual parts. Well done, Jose, and thank you for giving us this deeply felt and beautifully performed new work.

Howard Hersh, prestigious american composer.

Logo em seguida deu-se o concerto de José Valente, um dos melhores violetistas nacionais que poderemos ouvir, com uma grande projecção, fazendo parte de muitos projectos quer internacionais quer nacionais. Tem previsto para este ano o lançamento do seu álbum Serpente Infinita.
O seu talento não é medível, desde os temas que pareciam mais clássicos aos acompanhamentos com música contemporânea, José Valente é versatilidade, maleabilidade e atractividade. Durante todo o concerto chegaram pessoas para assistir ao som da viola de arco do português que surpreendia a cave do Arquipélago.

Duarte Fortuna, Threshold Magazine, http://www.thresholdmagazine.pt/2018/04/reportagem-tremora-ilha-tem-imensos.html?m=1

 

José Valente es uno de los violetistas portugueses con mayor proyección. (...) Considerado uno de los máximos investigadores de la música electrónica aplicada a la viola, Valente es capaz de convertir en un único estas dos realidades musicales tan dispares, algo para lo que es fundamental, dice, el rigor para conseguir el equilíbrio entre ambos. (...)

Ágatha dos Santos, jornalista, Faro de Vigo, 4/12/2014

(...) aproveitando o facto de estar aí situado um dos melhores equipamentos culturais dos Açores, o Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas. Foi aí, na cave, que um público numeroso pôde assistir à sessão de virtuosismo de José Valente, manipulando umas vezes, tocando no sentido mais clássico noutras, a sua viola de arco (...)

Vítor Belanciano, Ípslon, Jornal Público, https://www.publico.pt/2018/03/24/culturaipsilon/noticia/o-tremor-levantou-voo-da-ilha-de-sao-miguel-1807945

 

Virtuoso da viola de arco, como já se percebeu, José Valente transpõe esse instrumento para uma contemporaneidade arrebatadora. Tanto pelo recurso sem preconceito a gadgets actuais (pedais de feitos, loops, etc) como pelo percurso que é capaz de fazer em géneros musicais diversos (jazz, world music, contemporânea). Um cruzar de fronteiras que também se encontra nos elogios internacionais; de colegas instrumentistas como Daniel Levin ou Jason Kao Hwang, a Carl Djerassi, escritor e co-inventor da pílula contraceptiva.

Eduardo Sardinha, music journalist, BLITZ, Revista UM.

Também no Arquipélago, Julius Gabriel e José Valente levaram-nos pelas texturas do saxofone e da Viola d’Arco, mostrando-nos além do seu virtuosismo no manejamento de ambos, os espaços que descobrem com as suas experimentações, cada um à sua maneira, muito baseadas em pedais e loops.

Miguel Fernandes Duarte, Comunidade Cultura e Arte, https://www.comunidadeculturaearte.com/mais-que-um-festival-de-musica-o-tremor-e-um-festival-humano/

 

(...) o artista portuense soube “embalar” o público e, acima de tudo, sobressaltá-lo. Não perdeu a convicção do seu tocar, do início ao fim.
A mestria de José Valente é já conhecida de todos os que ouviram as suas músicas. (...)

Além do que nos consegue oferecer através da sua música, Valente surpreende também pela performance e pela expressividade corporal. Entusiasmado, dançou e chegou, até, a saltar num dos momentos clímax do concerto. (...)O que ali se passou foi invulgar: um espectáculo intimista protagonizado por um instrumento associado ao registo clássico, mas que levou o público a lugares sombrios e alegres quase em simultâneo. (…)

Culturartmag, sobre o concerto no ciclo Murmurando.

 

A viola de José Valente parecia valer por duas tal era a sua destreza. A música ecoou por vários minutos e mais nada se ouvia. Quem estava silenciou-se a escutar e até a rua parecia respeitar aquela melodia.

Luís Belo, Musiquim.

"I heard a highly trained artist with an insatiably inquisitive, creative mind. (...) Valente impressed me with his genuine passion for music and strong work ethic, qualities that will propel his continued growth."

Jason Kao Hwang, violinist and composer; National Endowment of the Arts and the Rockefeller Foundation award; composer of "The Floating Box, A Story in Chinatown" reviewed as one of the Top Ten Opera Recordings 2005 by Opera News.

 

I was  impressed and enthusiastic about your music-composition and performance. 

Prof. Carl Djerassi, chemist, awarded author.

 

De todas as versões que conheço esta é a que respeita integralmente o espírito e a respiração do Carlos Paredes. Parabéns.

Carlos Alberto Moniz about José Valente's interpretation of "Mudar de Vida" by Carlos Paredes.

 

Invasão é o novo tema do compositor José Valente, resultado da sua residência artística na Djerassi Residency Artists Program na Califórnia, nos Estados Unidos da América. Durante quatro semanas o violetista trabalhou a atmosfera sonora que o cercava  os grilos. O exército musical de grilos preenche as noites no espaço árido e isolado da residência. O encantamento com este som leva José Valente a iniciar a sua pesquisa sonora. O músico grava, transcreve e compõe peças com base nestes insetos. (...)

Francisco Furtado, jornalist at Via Latina. TO READ THE ENTIRE ARTICLE

 

(...) a inauguração contou com a brilhante actuação de José Valente, que presenteou a plateia com uma performance imbuída num conceito no mínimo surpreendente. Sobre um qualquer tapete encarnado lá de casa, o tocador de viola-darco, descalçou-se e apresentou o guião dos seus concertos. Arriscou, e bem, em começar a sua actuação a improvisar melodias "treinadas horas a fio". O antigo Sá Cortinas serviu de laboratório para o artista captar a atenção dos presentes: com os pés, as mãos ou a cabeça, todos marcavam os ritmos. José Valente teve espaço para mais dois temas de sua autoria: "Imenso Portugal", inspirado no "Fado Tropical" de Chico Buarque e "Bacalhau Cheiroso".

Olga Costa, in Barcelos Popular Newspaper. TO READ THE ENTIRE ARTICLE

 

Really emotional. When I listen to your playing it sounds very pure and powerful. Beautiful compositions.

Anu Junnonen, singer, composer and founder of bands like Anoo, NorthFace, The Caribous.

 

The music of EXPERIENCES OF TODAY shows that José Valente has the potential to be an important force in jazz, both as a composer-arranger and as a viola soloist. It is a strong start to his career.

Scott Yanow, Author of several books about jazz: The Jazz Singers, Trumpet Kings, Bebop, Jazz On Film and Jazz On Record 1917-76.

 

I totally hear the earnestness of your intention and honesty in what you are playing. I really love that.

Daniel Levin, cellist, improviser.

 

O título "Um velho na montanha" é excelente e a sua música empolgante. Nunca poderei retribui-lhe a distinção representada pela notável obra que criou.

Fernando Dacosta, writer and jornalist, about the composition "Um Velho na Montanha" by José Valente.

 

No outro dia, cantei com o José Valente um tema do meu tio, o Cantar Alentejano, e ele é um músico fabuloso e uma pessoa admirável.

João Afonso in "O que seria José Afonso nos dias de hoje? Não sabemos." in the Newspaper "A Cabra".

 

José Valente, o músico, foi o responsável por toda a criação musical, autêntico revivalismo da música clássica.

"Da matemática para o palco" by Ana Duarte and Mariana Santos Mendes in the Newspaper "A Cabra".

 

Com um “violino grande”, ou uma viola de arco, José Valente fez incursões sem freios, comandadas pelo seu virtuosismo.

Pedro Gonçalo Costa, CoMum, sobre o concerto no Festival Um ao Molhe.